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1) Avaliando a eficiência de diferentes estratégias de controle para o coronavirus (epidemia do covid19)

O objetivo deste trabalho é analisar os efeitos das políticas de controle da epidemia de coronavírus (COVID-19) no Brasil. Isso é feito considerando-se um modelo SEIR estruturado por idade com um classe de quarentena e dois tipos de controles. O primeiro estuda a sensibilidade em relação aos parâmetros do sistema reprodutivo básico número R0, calculado pelo método da próxima geração. O segundo avalia diferentes estratégias de quarentena comparando o número total relativo de mortes.

Autores:

  • CESAR CASTILHO (Departamento de Matemática - UFPE);
  • JOAO A. M. GONDIM (Unidade Acadêmica do Cabo de Santo Agostinho - UFRPE);
  • MARCELO MARCHESIN (Departamento de Matemática - UFMG);
  • MEHRAN SABETI (Instituto de Ciências Exatas e Tecnológicas - UFV).

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2) Usando a curvatura para inferir a fragilidade epidêmica da rede fractal da COVID-19 e risco

Os danos da nova doença de Coronavírus (COVID-19) estão atingindo escalas sem precedentes. Lá existem numerosos modelos clássicos de epidemiologia que tentam quantificar métricas de epidemiologia, que geralmente levar a um crescimento exponencial. No entanto, recentemente foi observado [1] que sob sistemas complexos perspectiva, o surto epidêmico na China pode obedecer a um fractal ou a uma cinética mundial pequena, como previsto por [2]. Isso levaria a uma estimativa empírica confiável para o crescimento da pandemia que se desvia do crescimento exponencial padrão. Neste artigo, juntamos as idéias desenvolvidas acima com uma métrica recente desenvolvida para inferir a fragilidade da rede e o risco sistêmico, a discreta curvatura de Ricci da rede. Assumimos que o crescimento da epidemia em diferentes lugares do mundo também é fractal, e adicionamos ruídos e atrasos em relação ao início das pandemias. Com essas premissas, somos capazes de simular uma rede epidêmica dinâmica mundial. Além disso, usando o para a curvatura de Forman-Ricci, podemos estimar a fragilidade e o risco da rede em cada estágio da pandemia simulada. Por fim, comparamos nossos resultados simulados com dados reais de epidemias disponíveis da Organização Mundial da Saúde (OMS). Isso permite detectar sinais de alerta precoce que podem assemelham-se ao surgimento da pandemia. A estratégia acima, juntamente com outras ferramentas para espalhar e modelagem da dinâmica da rede, podem ser prontamente implementadas diariamente como ferramentas para estimar o crescimento, risco e fragilidade de redes epidêmicas reais de fractal da COVID-19 em diferentes balanças.

Autores:

  • Danillo Barros de Souza (Departamento de Matemáatica - UFPE);
  • Fernando A. N. Santos (Departamento de Matemática - UFPE, Department of Anatomy & Neurosciences, Amsterdam UMC);
  • Everlon Figuerôa dos Santos, Jailson B. Correia, Hernande P. da Silva, José Luiz de Lima Filho, Jones Albuquerque (Instituto para Redução de Riscos e Desastres de Pernambuco - UFRPE, Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami - LIKA/UFPE).

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3) Covid-19 e imunomodulação induzida pelo exercício

Um novo coronavírus, a chamada síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARSCoV-2), possui forte transmissibilidade e progride rapidamente entre os seres humanos. O COVID19 levou a pneumonia, linfopenia e produção elevada de citocinas. Confinamento sem atividades ao ar livre foram aconselhados. No entanto, o comportamento sedentário é associados à obesidade e doenças cardiovasculares que podem aumentar a morbidade por pacientes com COVID-19. Definindo o papel do exercício físico regular na imunomodulação fornece alvo potencial para tomar precauções e para o manejo clínico.

Autores:

  • Carol Gois Leandro (Laboratório de Fisiologia do Exercício - UFPE);
  • Wylla Tatiana Ferreira e Silva (Laboratório de Fisiologia do Exercício - UFPE);
  • Adriano Eduardo Lima-Silva (Grupo de Pesquisa em Desempenho Humano, UTFPR).

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4) COVID-19 EM DADOS: Brasil em perspectiva comparada

O principal objetivo deste relatório é contribuir com o processo de tomada de decisão a partir da análise dos dados disponíveis. O desenho de pesquisa combina estatística descritiva e modelos de séries temporais para estimar a quantidade esperada de casos no Brasil e no mundo até o dia 16 de abril de 2020. Além disso, examinamos a variação do contágio e da mortalidade por unidade da federação. Com o objetivo de aumentar a transparência dos resultados, materiais de replicação estão disponíveis na plataforma do Open Science Framework (OSF)2 . 

Autores:

  • Dalson Figueiredo (PPGCP/UFPE)
  • Antônio Fernandes (PPGCP/UFPE)
  • Lucas Silva (UNCISAL/UFPE)
  • Lucas Borba (PPGCP/UFPE)
  • Enivaldo Rocha (PPGCP/UFPE)
  • Diego Henrique (IC/PE)

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5) O cenário da COVID-19 nos estados 

Dia 06/04/2020: 1.244.421 casos diagnosticados e 68.976 mortes. Essas são as estimativas do European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC) sobre o status da pandemia de Covid-19 no mundo. No Brasil, a mesma fonte apontava 11.130 doentes e 486 óbitos. De acordo com o Ministério da Saúde, que atualizou os dados às 17h00, temos 12.056 pessoas infectadas e 553 velórios, o que representa uma letalidade de 4,6%. O Gráfico 1 ilustra a variação da quantidade de casos positivos e ocorrências fatais no Brasil desde 26/02/2020 (data do registro oficial do primeiro caso).

Autor:

  • Dalson Figueiredo (PPGCP/UFPE)

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6) COVID-19: Brasil tem seguido trajetória de EUA e Espanha 

É uma questão de tempo e morte[i]. A COVID-19 é a maior ameaça à saúde pública mundial desde a pandemia da gripe espanhola, provocada pelo vírus H1N1, em 1918 (FERGUNSON et al, 2020). De acordo com estimativas mais recentes do Center for Systems Science and Engineering (CSSE) da Universidade Johns Hopkins (EUA), existem mais de 1 milhão casos confirmados do novo coronavírus no mundo, totalizando mais de 50 mil mortes. O Gráfico 1 compara o Brasil com os quatro países que possuem o maior número absoluto de diagnósticos positivos (Estados Unidos, Itália, Espanha e Alemanha).

Autor:

  • Dalson Figueiredo (PPGCP/UFPE)

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7) Três cenários para o coronavírus no Brasil 

Nos últimos dias, o biólogo Atila Iamarino divulgou duas lives (aqui e aqui) sobre a COVID-19. Ele comentou, entre outras coisas, as projeções do estudo “Impact of non-pharmaceutical interventions (NPIs) to reduce COVID19 mortality and healthcare demand”, que estimou o quantitativo de mortes no Reino Unido (500 mil) e nos Estados Unidos (mais de dois milhões) na ausência de medidas sistemáticas de prevenção.  No caso do Brasil, presumindo um comportamento semelhante, a previsão é de quase 1 milhão de mortos até o final de agosto, o que representa toda a população de Maceió (AL).

Autor:

  • Dalson Figueiredo (PPGCP/UFPE)

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8) Crescimento exponencial da COVID-19 não é "fantasia" 

Há 317.308 casos e 13.642 mortes. Essas eram as estimativas do impacto global atual da doença COVID-19 às 10h41 do dia 22/03/020, quando comecei a escrever este artigo. O Gráfico 1 ilustra a evolução do número de casos diagnosticados, no mundo e na China, entre 31/12/2019 e 21/03/2020.

Autor:

  • Dalson Figueiredo (PPGCP/UFPE)

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9) INFORME EPIDEMIOLÓGICO PERNAMBUCO  - COVID - 19

Dados tualizados em 15/04/2020

Autores:

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10) Sem isolamento, Suécia tem maior letalidade dos países nórdicos 

 

Andam misturando quarentena com cloroquina? Deve ser isso. As pessoas devem estar confusas. Afinal, ambas as palavras são paroxítonas, têm a segunda sílaba com erre e terminam com “na”. Por isso, vale a pena lembrar. Quarentena: uma única forma confiável de reduzir o contágio da Covid-19 e, consequentemente, diminuir a quantidade de óbitos. Ainda na dúvida?

 

Autores:

  • Dalson Britto Figueiredo Filho é professor-assistente de Ciência Política na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
  • Lucas Silva é cientista político e estudante de Medicina na Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas
  • Enivaldo Rocha tem graduação em Estatística (UFPE), mestrado em Estatística (USP) e doutorado em Engenharia de Produção (UFRJ). É professor titular aposentado da Universidade Federal de Pernambuco e membro do Grupo de Métodos em Pesquisa em Ciência Política (MPCP)

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11) Informativo 02 Covid-19 em Pernambuco: Quão grave tem sido a pandemia no estado?

 
O primeiro Informativo sobre a COVID-19 do grupo de pesquisa apresentou, para o estado de Pernambuco, uma descrição da geografia da doença e de alguns indicadores que mensuram a prévia disponibilidade da infraestrutura de saúde que existia no estado, anteriormente ao início da pandemia da doença em Pernambuco. Duas principais questões foram destacadas: i. o rápido espraiamento da doença em torno da capital Recife e a sua interiorização; e ii. a limitação dos recursos físicos disponíveis, em especial, no interior do estado, necessários para o tratamento dos casos mais graves da COVID-19. Porém, dado que os recursos são escassos e que os equipamentos hospitalares precisam de uma escala de utilização que justifique o investimento, também é importante avaliar a capacidade da gestão dos estados em responder de forma planejada e eficaz às demandas que emergem do surgimento de novas doenças. Dado a gravidade da COVID-19 no estado de Pernambuco, com taxas de Letalidade e Mortalidade acima da média nacional, este segundo Informativo se propõe a descrever um conjunto de indicadores, com a utilização da análise espacial, que podem subsidiar um melhor entendimento do porquê a COVID-19 tem sido mais grave no estado de Pernambuco, comparativamente ao quadro brasileiro. A este respeito, ressalta-se que tanto fatores ambientais, quanto os individuais, relacionados à saúde da população, podem explicar diferenças regionais entre a gravidade de doenças infecciosas. O período de referência da análise se encerra no mês de maio de 2020. Até o dia 31 de maio de 2020, Pernambuco já acumulava 34.900 casos e 2.875 óbitos decorrente da doença, o que correspondia a 6,8% do total das notificações e a 9,8% das mortes por COVID-19 de todo o país. Este registro, classificava o estado em sétimo colocado em números de casos confirmados de COVID-19 no país. Quando estes indicadores são relativizados pela população, o estado de Pernambuco fica em uma situação ainda mais preocupante, com uma taxa de mortalidade de 29,37 (por 100.000 habitantes); o dobro do registrado para o país (13,91 por 100.000 habitantes), e quase seis vezes maior que a taxa de mortalidade do mundo (4,84 por 100.000 habitantes). A taxa de letalidade da doença no estado é a segunda maior do país, em torno de 8,15%; o Rio de Janeiro lidera este ranking (10,01%). 
 
Autores:
 
Álvaro Robério de Souza Sá (UFRPE)
Edilberto Tiago de Almeida (UFPE)
Emanuel da Silva Santos (UFPE)
José Matheus Lira da Silva (UFPE)
Roberta de Moraes Rocha (UFPE)

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